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[Faroeste News] Mês de Teresa – Homenagem ao dia da mulher negra

{Mês de Teresa} O blog Faroeste Literário abriu espaço para o MÊS DA MULHER NEGRA e para todas as maravilhosas “Teresa” que existem no país, de diversas idades, exercendo variáveis funções na sociedade que precisam apenas de um lugar de fala. Esse mês é todo dedicado a elas! Conheça esse projeto em:

www.faroesteliterario.com.br

[Faroeste News] A novidade dos podcasts, aqui no Faroeste

OLHA NÓS AQUI OUTRA VEZ!

Achou que tínhamos desistido da  literatura??? Ou de ajudar aos novos escritores sob nossa bandeira da inclusão?
Errooooooou! Foi só uma paradinha estratégica para trazer para vocês o melhor das tecnologias, os assuntos que mais buscam e o descobrir o que seria mais proveitoso para vocês, que como  nós, está no tédio da falta de inspiração.
Atendendo a pedidos, vamos começar com esse assunto: A INSPIRAÇÃO  EM TEMPOS DE TÉDIO.
Bom, Como eu (Mari) assumi a missão; já aviso quebrarei sua ideia romântica sobre: a inspiração. Ela não genuina apenas porque surgiu do nada! (Livre, leve e solta). Se quer mesmo ter como profissão a escrita não perca a seleção dos primeiros seis podcats do Faroeste!
QUER O CAMINHO DAS PEDRAS??? QUER SABER COMOCOMO ACESSAR ACESSAR SUA CRIATIVIDADE QUANDO QUISER???
“COLA NI MIM!” 😉
(Mariane Helena)

[Faroeste News] Angela Davis recebe livro da escritora Mariane Helena

No último sábado (19), a ativista e escritora Angela Davis esteve no SESC Pinheiros em São Paulo para o seminário “Democracia em Colapso?”, no qual lotou a platéia de mais de 1.000 pessoas.
Na ocasião, foi entregue a ela o livro “O mar em mim” da escritora e colunista do nosso blog Mariane Helena. A ideia surgiu de uma amiga de Mariane, que junto com o livro, mandou uma carta a Angela contando a história de Mari.

“Listening to a person who has tried against her own and has now profound sequels been something very shocking. Her story makes us think about the of life as well as on the mistakes and hits and never give up.”
(Trecho da carta enviada junto ao livro.)

Além de Angela, personalidades como uma representante da Marie Claire e uma ativista cultural que promove literatura negra, também receberam o livro.

“Mariane Helena prefers to be called Mari. She is very young, she is 29 years old, only in spite of her age she has great experiences of the life.
She has written two books: the “Great Miracle – Metamorphosis” in words in 2015. She got indication for trophy Carlos Drummond Andrade as detached of the year. She got indication trophy Cecília Meireles remarkable women.”
Recently, she wrote the book “The Sea in Me”.
(Trecho da carta enviada junto ao livro.)

Para conhecer um pouco mais sobre Angela Davis, clique aqui.

#Compartilhe essa matéria e nos ajude a construir um amanhã com ainda mais histórias. 😉
Fonte: Folha de São Paulo.
                                                                               

[Faroeste news] Dia do professor

Quero nesse dia tão especial agradecer a todos os professores que passaram pela minha vida e também aqueles que aínda estão. Agradecer por me tornarem quem sou hoje e quem serei no futuro, tenham certeza de que se também escolhi essa profissão, foi porque tive bons modelos e espero um dia ser tão bom quanto vocês.
Ensinar vai muito além daquilo que aprendemos na faculdade, exige um olhar humano e um coração aberto.
Parabéns a todos nós, professores e futuros professores.💓💙🏫📖

Davyd Vinicius

[Faroeste news] Setembro amarelo: Depressão não é frescura


Vamos falar sobre,

pois falar pode salvar vidas!




Passamos o mês todo falando sobre, ouvindo sobre, imergidos no tema. Mas também estamos fazendo isso em casa? Estamos olhando pra dentro de nós?

O mês de setembro foi escolhido para a campanha porque, desde 2003, o dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, por iniciativa da International Association for Suicide Prevention.(Ação de prevenção ao suicídio) … Durante o mês da campanha, costuma-se iluminar locais públicos com a cor amarela.


Segundo a Associação Catarinense de Psiquiatria, a cor da campanha foi adotada por causa da história que a inspirou:


Em 1994, um jovem americano de apenas 17 anos, chamado Mike Emme, tirou a própria vida dirigindo seu carro amarelo. Seus amigos e familiares distribuíram no funeral cartões com fitas amarelas e mensagens de apoio para pessoas que estivessem enfrentando o mesmo desespero de Mike, e a mensagem foi se espelhando mundo afora.  


O carro era um Mustang 68, restaurado e pintado pelo próprio Mike. Os pais de Mike, Dale Emme e Darlene Emme, iniciaram a campanha do programa de prevenção do suicídio “fita amarela”, ou “yellow ribbon”, em inglês.


Essa semana foi feito uma atividade com as crianças da FUNDHAS em São José dos Campos. O nome da atividade é: “Desenhando sentimentos”. Foi surpreendente o que crianças de 6 a 12 anos desenharam! Nossas crianças clamam por ajuda. E ter iniciativas como essa é muito importante.





E para encerrar o ciclo do setembro amarelo no ultimo dia 27 de setembro teve um bate papo com a escritora Mariane Helena com mais de 100 alunos da rede particular da cidade de Jacareí. Uma conversa recheada de emoção e troca. 
SUICÍDIO! Vamos falar sobre.



Mariane Helena





[Faroeste news] Setembro verde: o mês da inclusão

Aberto oficialmente “Setembro Verde” o mês da inclusão social

Foi aberto, em solenidade na Assembleia Legislativa – (ALESP) – o “Setembro Verde”, mês que se comemora a inclusão social. Representantes das APAEs de todo o Estado de São Paulo, autoridades, parceiros, entidades e a comunidade que apoia a causa. Neste ano, o intuito da campanha é envolver novamente a população em atividades voltadas à inclusão social e dar maior visibilidade a causa da pessoa com deficiência.
Quem trafega pelas Rodovias Anhanguera e Bandeirantes pode acompanhar, por meio dos paineis eletrônicos, mensagens alusivas às comemorações dessa causa tão nobre, que é a inclusão social.
Como teve inicio a campanha do Setembro Verde?
A campanha teve início em 2015 e foi instituída pela Federação das APAES do Estado de São Paulo (FEAPAES/SP), em parceria com a APAE de Valinhos (SP), e tem como objetivo tornar o mês de setembro referência na luta pelos direitos e inclusão social da pessoa com deficiência.

EU POSSO SER EU SOZINHO!

Ei! Eu posso ser eu sozinho!
Dá licença ai, pois essa dor,
Não me para mais.
Pelo contrario,
Ela me prepara!
Para as delicias que hão de vir.
Minha limitação, não me limita,
Pelo contrario,
Ela me habilita
Para novas oportunidades,
Com novas habilidades!
Viver em comunhão 
É sim o que desejo.
Mas quero viver em sociedade, 
Com a minha individualidade.

Entenda! Eu sou capaz!

Só quero paz
Para ser quem sou.

[Faroeste News] Lançamento do livro “O mar em mim” de Mariane Helena

 

 No último dia 25/07, aconteceu no Centro da Juventude de São José dos Campos, o lançamento do livro “O mar em mim” da escritora Mariane Helena. O lançamento da obra que é o primeiro romance da autora, fez parte  das celebrações do dia da mulher negra, comemorado no dia 27 de julho. Além do lançamento, o evento promovido pela prefeitura de São José dos Campos em parceria com  o grupo Mulheres do Brasil, contou com um bifê e uma roda de conversa com Sônia Guimaraes, Carolina Félix, Janaina da Silva Melo, ShirleiVerissimo e Mirela Alencar.

O lançamento contou com o sorteio de 10 exemplares da obra, e claro, uma emocionante sessão de autógrafos.

“É muito emocionante você poder autografar o seu sonho, e o mais bacana, foi ver a minha tia mais velha Oraida, que sempre foi meu referencial, chegando. Poder autografar o meu sonho para ela foi muito emocionante.”

Mariane ressalta o carinho e a emoção de ter sua família ali presente, ajudando e dando todo o suporte.

A autora também fala com carinho da conferênci dos vicentinos Santo Agostinho, que estiveram presente.

“Eles já atendem a minha família a muitos anos e poder ver todos eles presente, comprando meu livro e podendo tirar uma foto com todos reunidos, sem dúvida foi muito emocionante.”

Perguntada sobre a importância do evento e sobre ser uma escritora negra, Mariane disse:

“Ser uma escritora negra é um privilégio e um desafio. Um desafio, porque você sempre em que mostrar mais, você sempre tem que batalhar para que o que você escreve seja reconhecido, mas é uma honra, principalmente ser reconhecida como uma personalidade negra da minha região e poder ser um referencial para novas escritoras e mulheres negras”.

O que também chamou a atenção, foi o prefácio do livro, feito pelo escritor e poeta Davyd Vinicius, que segundo Mariane traduziu muito bem a essência da história.

“Quando eu terminei o livro, mandei para o Davyd, ele leu e logo me mandou um texto falando sobre ele, eu gostei tanto que tive que colocar como prefácio”, completou Mariane.

Leia o prefácio abaixo:

“Amar, sonhar, perder. Procurar no outro calar a solidão que existe em si. Um querer tão frágil que se esvai com as marés, que se distancia com as brisas.
Ninguém aprende a dizer adeus, ainda mais quem acolhe em um abraço tantas vezes, mesmo sabendo que é parte da partida, Quem acumula histórias, memórias e questionamentos, quem ama sem medida.
Compreender a si faz parte do jogo ambicioso do amor, perder-se no outro, chorar de dor. Quebrar o coração e depois brincar de juntar os caquinhos no aguardo de alguém para desmanchar tudo de novo. Balançar com as águas bravias que nos faz estremecer, isso é se apaixonar, isso é sofrer, isso é se encontrar e se fazer maior em meio ao viver. Suturar tantas vezes nos torna experientes, nos dá um novo olhar, como os ciclos da natureza que se renovam e nos fazem acreditar. Amar tantas vezes e descobrir que nasceu para ser só. Só indagações, só despedidas, só ilusões. Como um velho solitário e suas emoções.”

“”O mar em mim” conta uma história linda e que muitas vezes nos faz parar para refletir sobre nossos sentimentos que muitas vezes são deixados de lado. Seu enredo é envolvente e surpreendente, nos fazendo mergulhar não só na história, mas dentro de nós mesmos.” finaliza Davyd.

Para adquirir a obra, basta entrar em contato com a autora através das suas redes sociais:

https://m.facebook.com/profile.php?id=100002269830887

[Faroeste News] Livro emocionante mostra os desafios do Transtorno do Déficit de Atenção

Com propósito de incentivar outras famílias, mãe relata como ajudou sua filha a lidar com transtorno.

“Nada dura para sempre, somente o amor de uma mãe.”

 É com essa frase que a escritora Margarete A. Chinaglia resume o enredo do seu livro “Transtorno do Déficit de Atenção – TDA: sob o ponto de vista de uma mãe”. A autora diz que pretende ajudar outras famílias que passam pelo mesmo problema, revelando todos os desafios que enfrentou com a sua filha, desde o diagnóstico na infância até a fase adulta.
Margarete conta que descobriu que sua filha tinha Transtorno de Déficit de Atenção (TDA) aos 9 anos de idade. Ela diz que a luta foi grande. A família buscou apoio em médicos, psicólogos, psicopedagogos e em parentes. Mas ninguém conseguiu diminuir as angústias e medos que sentia.

 “Desde o diagnóstico, minha vida foi obter conhecimento, estudar e aprender a lidar com o diferente para ajudar minha filha com um único objetivo, que ela fosse feliz”.

A vivência a incentivou a escrever o livro com o propósito de ajudar outras pessoas que vivem o mesmo drama. Chinaglia diz que a obra ficou guardada por quatro anos depois de ter terminado de escrever. O receio era com a exposição da sua família, principalmente da filha. “Porém, a vontade de contribuir com outras pessoas me levou a publicar”.

O drama

Segundo a autora, o primeiro desafio foi a aceitação do desconhecido, pois na época pouco se sabia sobre o TDA. Já na adolescência, precisou enfrentar uma escola despreparada para receber crianças com esse tipo de transtorno. Teve de lidar ainda com a ausência de inclusão, além da depressão de sua filha pela baixa autoestima e o isolamento.
No prefácio, a autora preferiu usar o desabafo nas próprias palavras da filha como relato de quem convive com o transtorno na pele todos os dias:

“Para mim, vivenciar o TDA foi uma mistura de emoções muito grande: ora depressão ora medo ora intimidação. Às vezes, interminável. Outras, impossível de vencer.”

Como lidar

Margarete aconselha outras mães a sempre ir em busca de diferentes opiniões médicas. Diz para sempre tentar ajudar seus filhos com paciência e persistência. Comenta que, em muitas circunstâncias, é preciso explicar repetidas vezes porque algo não está correto e ter a certeza de que ele entendeu. “O portador de TDA não aprende com os seus erros. Porém, uma hora ele amadurece. Incentive e elogie quando merecer. Não se atenha só nas críticas, elas destroem a autoestima”.
– Espero que o livro ensine que para quase tudo nesta vida há jeito e que as pessoas com TDA também são capazes, basta querer e enfrentar as dificuldades de cabeça erguida. Mostre para seus filhos que diante de qualquer dificuldade, as pessoas que os amam sempre estarão ao seu lado – conclui.

Atualmente

Hoje, a filha de Margarete tem 27 anos e é mãe de uma menina de 5. A autora diz que sua filha tem consciência das limitações dela. O transtorno a fez amadurecer tarde, resultando em muitas dificuldades, erros e sofrimentos. “Algumas vezes, ela comenta que não sabe como foi capaz de tomar certas atitudes. Apesar de saber que o TDA sempre irá acompanhá-la, costuma dizer, ‘Nada dura para sempre, somente o amor de uma mãe!’”.

Sobre a autora: 

Margarete A. Chinaglia nasceu em São Carlos (SP), mas tornou-se uma paranaense de coração. Formada como farmacêutica bioquímica, sua atuação é em gestão hospitalar, com objetivo de promover um atendimento de qualidade nos hospitais.

Ficha técnica: 

Livro: Transtorno do Déficit de Atenção – TDA: sob o ponto de vista de uma mãe
Autora: Margarete A. Chinaglia
Editora: Bonecker
Tamanho: 15 x 23 cm
Páginas: 120
Preço: R$ 39,00
Links para comprar:
https://www.facebook.com/Vamosfalardetda
LOJA DA EDITORA BONECKER- RIO DE JANEIRO
https://www.lojabonecker.com.br/buscar?q=tda
AMAZON
https://www.amazon.com.br/…/ref=tmm_other_meta_binding_new_…
MERCADO LIVRE
https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1122671259-transtor…
AMERICANAS
https://www.americanas.com.br/…/transtorno-do-deficit-de-at…

[Faroeste News] Lançamento do livro “Sobre fragmentos” de Davyd Vinicius

No último dia 14 de dezembro (sexta-feira) aconteceu no hall de entrada da Biblioteca Pública do Paraná(BPP), o lançamento do livro “Sobre fragmentos” do escritor Davyd Vinicius.
O evento foi realizado pelo “Instituto Brasileiro das Pessoas com Deficiência em Ação (IBDA)” através da Sessão Braille da BPP, com o apoio do Projeto Música Tátil, Projeto Ver com as Mãos, blog Faroeste Literário e dos jornalistas Bruno Leal (Blog InFox) e Lucia Formiguieri (Blog Literagindo) que entrevistaram o poeta.
A abertura do lançamento contou com a participação da cantora curitibana Gabrielli Vieira, que cantou 4 músicas, sendo uma delas o poema “Amor de mãe é uma coisa só” de Davyd, a qual  ela mesma compôs a melodia. Logo após, o autor falou um pouco sobre sua carreira e o livro que estava lançando.

Sobre fragmentos demorou 3 anos para ser lançado devido as burocracias da publicação, que foi feita de forma independente após ter recebido uma proposta de uma editora que nunca saiu do papel.
Além disso, Davyd contou sobre suas dificuldades com o registro do livro devido a falta de acessibilidade do site da Biblioteca Nacional e agradeceu por toda ajuda que recebeu durante todo esse processo.


A interatividade com o público foi um dos pontos altos do evento, onde os convidados puderam escolher um poema do autor e ir até a frente para lê-lo. Ao final, em um momento mais  descontraído as pessoas puderam desfrutar de um coquetel, além de conversar e tirar fotos com o escritor.

Davyd Vinicius começou a escrever aos 16 anos logo após o destino lhe dar uma nova forma de enxergar a vida. Hoje aos 23, é membro da Academia Virtual de Letras (AVL) e tem textos publicados dentro e fora do Brasil, em diversas revistas e antologias. Além disso, é graduando de Letras Inglês pela UTFPR e diretor de cultura e lazer do IBDA.
É dono dos blogs Faroeste Literário e Stand Books, do Projeto Tinteiro de Pixels e idealizador do Prêmio Alexandria de Literatura.
Na área acadêmica, Davyd desenvolveu pesquisas no campo da linguistica aplicada com imigrantes LGBT e no campo das tecnologias assistivas (TA), além de ministrar palestras e bate-papos sobre acessibilidade e inclusão.

Para adquirir o livro, basta clicar aqui.

[Faroeste News] Dia internacional da Mulher Negra


O Dia da mulher negra é o dia 25 de julho, instituído pelo governo do Brasil pela Lei nº 12.987/2014 em 2014.

A data do Dia da mulher negra foi inspirada no Dia da Mulher Afro-Latina-Americana e Caribenha (dia 31 de julho), criado em julho de 1992. O Dia da mulher negra é comemorado desde o início do século XXI. Essa data também é o Dia Nacional de Tereza de Benguela, líder quilombola que viveu no atual Estado de Mato Grosso durante o século XVIII. Em comemoração, são realizadas audiências públicas, festivais, seminários, conferências e feiras, entre outras atividades, que têm por objetivo reafirmar a identidade, a história e a luta das mulheres negras brasileiras. Lembram que o Brasil foi em grande parte construído através, por cima e com sacrifício da mulher negra, que foi ama, babá, escrava, amante e prostituta para gerações de brasileiros, assim como também em vários outros países.

A chegada das mulheres africanas marcou a formação social brasileira. Na escravidão mulher negra sofreu uma dupla exploração, além der ser escravizada sofrendo da violência inerente a esse sistema ela foi também explorada sexualmente como amante, objeto de estupros e prostituta. Além disso, essas mulheres trouxeram tradições ancestrais que influenciaram a língua, os costumes, a alimentação, a medicina e a arte, além de introduzirem métodos agrícolas, vários produtos e valores coletivos no Brasil.

Até hoje mulheres negras sofrem de várias formas de discriminação. Elas ganham muito menos do que mulheres ou homens brancos e também menos do que homens negros. Elas são em maior escala vítimas de violência, estupros, tráfico de mulheres e prostituição forçada. Uma prostituta negra recebe de seus clientes geralmente só a metade em relação a uma prostituta branca, sofre mais violência do lado de cafetões, clientes e outros e é mais vezes vítima de doenças sexualmente transmissíveis e outras doenças.

Mariane Helena
Fonte: Wikipedia