{Crônica de Natal} – Natal para todas as famílias – Mariane Helena

Inicio da descrição: Uma mulher de pele branca, cabelos ruivos e ondulados solto na altura dos ombros, veste calça e blusa de listras horizontais coloridas e segura um bebê no colo. A criança tem pele clara, com a mesma vestimenta e uma touca, ela estica seu braço até um grande pinheiro de natal, na direita. O pinheiro tem em sua base um tecido vermelho, de baixo para cima, é formado pelas cores azul, verde, amarelo, Laranja, vermelho, e rosa no topo. Ao fundo, e a esquerda, uma lareira sem chamas e enfeitada, um conjunto de cones coloridos, meias vermelhas grandes de natal, no contorno tem flores e luz pisca pisca. Logo acima, um quadro em arte abstrata com diversas cores. Fim da descrição

Gente esse ano, até o papa (que é pop) garantiu e apoiou a todos o direito de se casar (dentro das suas convicções religiosas) e construir suas famílias.
Sabendo disso, o papai Noel pensou em como fazer, para que esse ano tão difícil, se tornasse mais leve e de que forma ele também poderia homenagear cada novo lar que nasceu a partir do coração amoroso e solidário do papai maior nosso.
Então, sabidamente, pediu ajuda a uma linda menina que falou o óbvio para o bom velhinho: Dê a essas pessoas o que há de mais lindo no natal: suas cores!
Nossa como não tinha pensado nisso antes?! Se questionou o papai Noel e colocou-se logo a colorir de sentimentos bons casa por casa na calada da noite de véspera do dia bom.
Ao acordar, as pessoas encontraram suas casas assim: multicolor! Pois só o verde e o vermelho não comportaria tantos desejos bons e nem agradaria a todos os olhares.
Sim, esse natal será mais democrático e cheio de amor! Com o amarelo, desejou-lhes boa sorte para o futuro; com o laranja, desejou que todas as manhãs sejam revestidas de luz e que todos ponham a cara no sol e pra jogo. Com o lilás, desejou o amor tranquilo e igual; com o rosa desejou a doçura e beleza dos rouxinóis; também levou o azul, para relembrar que sempre haverá a calmaria do mar após um dia ruim; no verde limão, desejou que toda dificuldade se revista de esperança. Para terminar deixou sua marca oficial: o vermelho amor, e que renasça todos dias, com ou sem natal.

Mariane Helena


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