Categoria: José Francisco Rodrigues

[4ª Poética] Olhar que matou o coração – José Francisco Rodrigues

Meu olhar de cansaço Acompanha o sofrer com a saudade Aquela que assassinou a vaidade E até me causou embaraço Revela a mais pura verdade Que por trás da face cismada Carrego fardo por paixão fantasiada Que parecia existir por caridade Mas o olhar na verdade estava Fingindo que te aguardava Aparecer na multidão E […]

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[4ª Poética] Olhar que matou o coração – José Francisco Rodrigues

Meu olhar de cansaço Acompanha o sofrer com a saudade Aquela que assassinou a vaidade E até me causou embaraço Revela a mais pura verdade Que por trás da face cismada Carrego fardo por paixão fantasiada Que parecia existir por caridade Mas o olhar na verdade estava Fingindo que te aguardava Aparecer na multidão E […]

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[4ª Poética] Escondido na luz – José Francisco Rodrigues

A luz que os olhos fere A luz que brilha no caminho Na espada da criança Iluminando um cantinho A luz que a noite clareia Que sai da lua E reluz da candeia Riscando a penumbra da rua Essa abriga em sua sombra o menino Sempre esconde o sofrido E por mais que esta brilhe […]

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[4ª Poética] Escondido na luz – José Francisco Rodrigues

A luz que os olhos fere A luz que brilha no caminho Na espada da criança Iluminando um cantinho A luz que a noite clareia Que sai da lua E reluz da candeia Riscando a penumbra da rua Essa abriga em sua sombra o menino Sempre esconde o sofrido E por mais que esta brilhe […]

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[4ª Poética] Autor José Francisco Rodrigues

• Noturno • É tardeSei porque o sono,Aquele que embala a noiteJá nina todos que acompanho É a penumbra do estar sóQue administra a atmosfera perfeitaacompanha o silêncio ensurdecedorE mostra os cacos de minha mente desleixa Procuro juntar às ideias soltasExceto aquelas que foram emboraEmbora contra meu gostoDispersas no esquecer do agora Caminho nas palavrasAbsorto […]

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[4ª Poética] Autor José Francisco Rodrigues

• Noturno • É tardeSei porque o sono,Aquele que embala a noiteJá nina todos que acompanho É a penumbra do estar sóQue administra a atmosfera perfeitaacompanha o silêncio ensurdecedorE mostra os cacos de minha mente desleixa Procuro juntar às ideias soltasExceto aquelas que foram emboraEmbora contra meu gostoDispersas no esquecer do agora Caminho nas palavrasAbsorto […]

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