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FAROESTE LITERÁRIO

Para um amanhã com ainda mais histórias.
Início da descrição: Na capa com fundo Marrom, uma sequência de três quadros pendurados com um grampo em um varal. No primeiro, o desenho de um casal, ela com uma coroa e ele com um chapéu de cangaceiro em formato de meia lua, um de frente para o outro e com as mãos juntas ao ar. No segundo quadro: um cacto e pássaros voando sobre a escrita: "Nas trilhas do cordel" "Alaíde Souza Costa". No terceiro quadro: dois homens de chapéu, sentados um ao lado do outro seguram uma viola. Logo abaixo das imagens, pequenas figuras de personagens dançantes, variando entre homens e mulheres, todos festejastes.

[Nas trilhas do cordel] Estruturas poéticas: Agrupamento de estrofes – Alaíde Souza Costa

ESTRUTURA POÉTICA DO CORDEL: AGRUPAMENTO DE ESTROFES Olá, Forasters! E eu disse: Uma família mostrou Como criar um cordel Me senti maravilhada Num mundo de Menestrel Oração, Métrica e Rima Coloquei no meu papel.                      (Alaíde Souza Costa)       Estou de volta e vou […]

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#Pratodosverem um coração se forma com cacos de vidro transparente de diversos tamanhos, ao redor pequenos estilhaços estirados sobre um fundo branco.

{4ª poética} obra de arte – Mirian Mauro

quando enfim você desiste, só o que sobra são cacos, restos, entulhos, estilhaços.

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Início da descrição: Capa colorida, ao fundo, uma estante de livros desfocada. No topo, em letras brancas "Acauã Pozino". No centro, em um livro inclinado de capa azul, lê-se versartil na cor branca com uma sílaba abaixo da outra. Atrás das letras uma flecha preta liga as sílabas "ver e til". Em baixo no rodapé da imagem, uma marca d'água, com um cactos, símbolo do blog.

{Versartil} – O Condor – Acauã Pozino

Contaram-me de um tempo Em que um pássaro esquivo Tão voraz quanto altivo Nos veio assombrar. Planava no vento Com ventos varria Garbosas poesias Nativos lamentos. Sua língua, disseram, Soava estrangeira, Desbotada, grosseira, Sem alma, sem versos. Diz-se que só conhecia A rude linguagem das armas Dos cofres moedas e arcas: Avesso ao cantar e […]

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#Pratodosverem uma menina segura um sabiá com as duas mãos. O bico dele se encontra nos lábios dela, ela está de olhos fechados. A menina tem pele clara, sardas no nariz e bochechas, e cabelos castanhos curtos e soltos ao rosto. Fim da descrição

{4ª poética} Pureza – Ana Sene

Pureza é um encanto da beleza De ser criança e viver uma bela infância; Doce infância onde brinca e corre diversão não esnobe. Pureza em um pequeno olhar profundo da inocência; Onde a maldade não se entenda. Pureza em seu jeito de falar me faz encantar. Eu escolhi te amar Meu pequeno sabiá.

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Início da descrição: Quatro fotos sobrepostas uma à outra. Na primeira foto, a mão de um homem e de uma mulher estão dadas. Na segunda, três mãos uma em cima da outra, . Na terceira foto, uma mão enrugada está estendida sobre outra. E na última, duas mãos estão unidas e com os dedos entrelaçados, no pulso, pulseiras arco-íris.. Fim da descrição

{ANDEI PENSANDO} – O Choque Perante o Desconhecido – BIA FERNANDEZ

“Ninguém é de ninguém. As pessoas são livres para escolher o próprio caminho. O amor é espontâneo. Não se pode forçar os sentimentos.” ZIBIA GASPARETTO E aí, leitor, como essas palavras te encontram? Espero que super bem! Bom, escrevi essa crônica em um dia em que estava refletindo sobre o amor, em suas diversas formas, […]

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#Pratodosverem paisagem do mar e o horizonte, o céu em degradê de azul e laranjado. Em primeiro plano, apoiado sobre uma janela, do lado de um tecido leve e quase transparente, uma vela parcialmente derretida. A chama é composta por uma folha, ao lado tem uma concha em espiral com formato de cone, logo acima voa uma borboleta.

{4ª poética } PARTIU MINHA POESIA – Robson Wagner de Souza

Acordei sem inspiração O vazio me completa Procuro palavras em vão E a poesia se dispersa. Por mais que tento Nada vem Procuro dentro Nada tem! Desencontro desesperado Preciso me encontrar Tento sonhar acordado Não consigo me achar. Desprovido da palavra Cada linha espera um verso A caneta o papel lavra E as estrofes ficam […]

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Início da descrição: Capa colorida, ao fundo, uma estante de livros desfocada. No topo, em letras brancas "Acauã Pozino". No centro, em um livro inclinado de capa azul, lê-se versartil na cor branca com uma sílaba abaixo da outra. Atrás das letras uma flecha preta liga as sílabas "ver e til". Em baixo no rodapé da imagem, uma marca d'água, com um cactos, símbolo do blog.

{Versartil} – O Luau – Acauã Pozino

Vai-se a Lua, Com as estrelas atrás, Sai o sol imponente Prometendo-me um dia a mais. Pela praia afora espalham-se Os restos de alegria conjunta Manifestos da rebeldia enxuta Da juventude que o país descarta. Cada um vai por si se despedindo Novas velhas amizades vão surgindo E enquanto isso o Sol já vai lá […]

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#Pratodosverem uma mulher de costas sentada numa canoa segurando um remo, ela tem pele clara, cabelos escuros e soltos na altura dos ombros, veste um colete salva-vidas. Ela rema numa lagoa com águas claras e esverdeadas. Ao fundo, árvores, grandes montanhas rochosas e com neve nos pontos extremos. E o céu azul com algumas nuvens brancas. A imagem é cortada ao meio com uma linha na diagonal, a parte da direita está com filtro vermelho. Nessa parte, com letras brancas está escrito: "quando não há ne

{4ª Poética} NÃO SEJA PACATO! – (Marli da Silva

Tudo pode ser diferente, Só depende da gente Parar de se comportar como coitado E ficar esperando sentado Que as coisas deem uma guinada Sem fazer nada. Por que cultivar tristeza Ou culpar aos outros Pelas nossas fraquezas? É preciso deixar de bobagem; Procurar ter muita coragem De dar os primeiros passos, Sem temer os […]

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{ANDEI PENSANDO} – Que Mundo é Esse? – BIA FERNANDEZ

Que mundo é esse no qual vivemos? 😩 Que mundo é esse, em que traições são consideradas banais, onde a hipocrisia é parte do dia a dia? Que mundo é esse, onde não se dá mais bom dia, onde ser educado é raridade, onde sobra egoísmo e falta solidariedade? Que mundo é esse, onde ser […]

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