[4ªpoética] Armadura que escondeu o amor – Everaldo Lisboa


 Eram parcos os burburinhos
De que jazia o carinho,
Mesmo assim preferi ficar observando
Palavras seriam inúteis naqueles momentos,
Em que enfatizavam o sentimento de um soldado,
E uma princesa de porte frágil,
Longas madeixas olhos assustados.
Pois pressentia que este amor corria perigo,
Abruptamente surge na minha frente os guardas do rei …
E em meio a luta sangrenta pude balbuciar no teu ouvido
Que atrás desta armadura fria existe uma alma que sofre as dores da paixão.
Depois…
Não vi mais nada.
Devo ter morrido nos teus braços num sentido abraço de amor.
Everaldo Lisboa

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