Mês: maio 2021

{ANDEI PENSANDO} – Doce Belinda – BIA FERNANDEZ

OOi, queridos leitores! Neste domingo trago para vocês mais uma das histórias que tenho na bagagem, amassada entre minhas loucuras! Hahhaaa. Este conto, em especial, originou-se dos meus pensamentos mais sombrios, pois enquadra-se no gênero terror! Então, você que curte esse tipo de narrativa, encontre um lugar confortável, pegue uma bebida saborosa e vem comigo […]

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Início da descrição: Capa colorida, ao fundo, uma estante de livros desfocada. No topo, em letras brancas "Acauã Pozino". No centro, em um livro inclinado de capa azul, lê-se versartil na cor branca com uma sílaba abaixo da outra. Atrás das letras uma flecha preta liga as sílabas "ver e til". Em baixo no rodapé da imagem, uma marca d'água, com um cactos, símbolo do blog.

{Versátil} – Achados – Acauã Pozino

O presente de amar O futuro de Existir O passado de sofrer. A técnica do mergulho. (Acauã Pozino)

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Descrição da imagem: Montagem com fundo colorido. No centro da imagem , em preto, o Cactus do faroeste com um hedfone, contornado por um brilho branco. Fim da descrição.

{Podcast Faroeste} episódio 01 – entrevista com o escritor Davyd Vinicius

Heeey forasters, o nosso podcast está de cara nova! Prontos para desfrutar desse ambiente sonoro que preparamos para cada um de vocês? No episódio de hoje, vamos conhecer um pouco mais da trajetória do escritor Davyd Vinicius. Ele que é o criador e diretor do nosso blog. Vamos ouvir também uma homenagem feita com todo […]

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Início da descrição: Capa colorida, ao fundo, uma estante de livros desfocada. No topo, em letras brancas "Acauã Pozino". No centro, em um livro inclinado de capa azul, lê-se versartil na cor branca com uma sílaba abaixo da outra. Atrás das letras uma flecha preta liga as sílabas "ver e til". Em baixo no rodapé da imagem, uma marca d'água, com um cactos, símbolo do blog.

{Versartil} – Desejos – Acauã Pozino

Queria que a força de meus braços se gastasse Entre abraços e gestos de carinho Entre danças e alianças no caminho E não no esforço de abri-lo pra que eu passe. Pra que nós passemos. Queria que a umidade de meus lábios Fosse gasta entre beijos e suspiros Entre juras e truques pervertidos E não […]

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Início da descrição: Na capa com fundo Marrom, uma sequência de três quadros pendurados com um grampo em um varal. No primeiro, o desenho de um casal, ela com uma coroa e ele com um chapéu de cangaceiro em formato de meia lua, um de frente para o outro e com as mãos juntas ao ar. No segundo quadro: um cacto e pássaros voando sobre a escrita: "Nas trilhas do cordel" "Alaíde Souza Costa". No terceiro quadro: dois homens de chapéu, sentados um ao lado do outro seguram uma viola. Logo abaixo das imagens, pequenas figuras de personagens dançantes, variando entre homens e mulheres, todos festejastes.

[Nas trilhas do cordel] Estruturas poéticas: Agrupamento de estrofes – Alaíde Souza Costa

ESTRUTURA POÉTICA DO CORDEL: AGRUPAMENTO DE ESTROFES Olá, Forasters! E eu disse: Uma família mostrou Como criar um cordel Me senti maravilhada Num mundo de Menestrel Oração, Métrica e Rima Coloquei no meu papel.                      (Alaíde Souza Costa)       Estou de volta e vou […]

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#Pratodosverem um coração se forma com cacos de vidro transparente de diversos tamanhos, ao redor pequenos estilhaços estirados sobre um fundo branco.

{4ª poética} obra de arte – Mirian Mauro

quando enfim você desiste, só o que sobra são cacos, restos, entulhos, estilhaços.

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Início da descrição: Capa colorida, ao fundo, uma estante de livros desfocada. No topo, em letras brancas "Acauã Pozino". No centro, em um livro inclinado de capa azul, lê-se versartil na cor branca com uma sílaba abaixo da outra. Atrás das letras uma flecha preta liga as sílabas "ver e til". Em baixo no rodapé da imagem, uma marca d'água, com um cactos, símbolo do blog.

{Versartil} – O Condor – Acauã Pozino

Contaram-me de um tempo Em que um pássaro esquivo Tão voraz quanto altivo Nos veio assombrar. Planava no vento Com ventos varria Garbosas poesias Nativos lamentos. Sua língua, disseram, Soava estrangeira, Desbotada, grosseira, Sem alma, sem versos. Diz-se que só conhecia A rude linguagem das armas Dos cofres moedas e arcas: Avesso ao cantar e […]

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