Categoria: Poema

#Pratodosverem um coração se forma com cacos de vidro transparente de diversos tamanhos, ao redor pequenos estilhaços estirados sobre um fundo branco.

{4ª poética} obra de arte – Mirian Mauro

quando enfim você desiste, só o que sobra são cacos, restos, entulhos, estilhaços.

Continue a ler
#Pratodosverem uma menina segura um sabiá com as duas mãos. O bico dele se encontra nos lábios dela, ela está de olhos fechados. A menina tem pele clara, sardas no nariz e bochechas, e cabelos castanhos curtos e soltos ao rosto. Fim da descrição

{4ª poética} Pureza – Ana Sene

Pureza é um encanto da beleza De ser criança e viver uma bela infância; Doce infância onde brinca e corre diversão não esnobe. Pureza em um pequeno olhar profundo da inocência; Onde a maldade não se entenda. Pureza em seu jeito de falar me faz encantar. Eu escolhi te amar Meu pequeno sabiá.

Continue a ler
#Pratodosverem paisagem do mar e o horizonte, o céu em degradê de azul e laranjado. Em primeiro plano, apoiado sobre uma janela, do lado de um tecido leve e quase transparente, uma vela parcialmente derretida. A chama é composta por uma folha, ao lado tem uma concha em espiral com formato de cone, logo acima voa uma borboleta.

{4ª poética } PARTIU MINHA POESIA – Robson Wagner de Souza

Acordei sem inspiração O vazio me completa Procuro palavras em vão E a poesia se dispersa. Por mais que tento Nada vem Procuro dentro Nada tem! Desencontro desesperado Preciso me encontrar Tento sonhar acordado Não consigo me achar. Desprovido da palavra Cada linha espera um verso A caneta o papel lavra E as estrofes ficam […]

Continue a ler
#Pratodosverem uma mulher de costas sentada numa canoa segurando um remo, ela tem pele clara, cabelos escuros e soltos na altura dos ombros, veste um colete salva-vidas. Ela rema numa lagoa com águas claras e esverdeadas. Ao fundo, árvores, grandes montanhas rochosas e com neve nos pontos extremos. E o céu azul com algumas nuvens brancas. A imagem é cortada ao meio com uma linha na diagonal, a parte da direita está com filtro vermelho. Nessa parte, com letras brancas está escrito: "quando não há ne

{4ª Poética} NÃO SEJA PACATO! – (Marli da Silva

Tudo pode ser diferente, Só depende da gente Parar de se comportar como coitado E ficar esperando sentado Que as coisas deem uma guinada Sem fazer nada. Por que cultivar tristeza Ou culpar aos outros Pelas nossas fraquezas? É preciso deixar de bobagem; Procurar ter muita coragem De dar os primeiros passos, Sem temer os […]

Continue a ler
início da descrição: Sob a luz do sol, em um campo de girassóis, uma mulher loira de pele clara está de costas com um girassol na mão, próximo ao rosto. Seus cabelos estão soltos com duas pequenas tranças que coroam sua cabeça.. Fim da descrição.

{4ª Poética} – Girassol – Ana Luisa sene

Luz do sol Brisa do mar; A noite iluminada pela luz do Luar. Desejo infinito Amor escondido; Onde está as estrelas do mar? São elas que brilha nas noites sombrias? Vejo no horizonte escrito seu nome em nuvens formadas; Em uma linda camada. Amor está nas coisas e lembranças mais banais; Onde vejo seu sorriso […]

Continue a ler

[4ª Poética] Acorda pra vida menina – Sy Moises

ACORDA PRA VIDA MENINA! Amor que deixa triste,  não é amor é sofrimento,  amor tem que encher os olhos, transbordar o coração  de emoção, não de solidão. Quem não te faz sorrir não te merece, não te quer bem. Saudade não é prazer,  a espera é um tédio que  não passa se não solucionado.  A […]

Continue a ler

[Orações A Saturno] esú III – Edhson J. Brandão

esú III [edhson j. brandão] querias a mim ‘que sou ligeiro querias a mim e o que lhes trago não há ganho sem trago. célere que sou ao que lhe venho já me vou *  * Orações A Saturno é o templo da linguagem pragmática sem a moral do mundo que o perturba. É um alento. […]

Continue a ler

[Orações A Saturno] esú III – Edhson J. Brandão

esú III [edhson j. brandão] querias a mim ‘que sou ligeiro querias a mim e o que lhes trago não há ganho sem trago. célere que sou ao que lhe venho já me vou *  * Orações A Saturno é o templo da linguagem pragmática sem a moral do mundo que o perturba. É um alento. […]

Continue a ler

[4ªpoetica] Noites em Claro – Allan Pavuna

Acendo um cigarro, puxo o fumo como um modo de fugaSinto a fumaça preencher meus pulmões.Sentado ali no meio do nada, tendo apenas minha mente como amigaE nela mesmo uma inimiga; penso nas estrelas.Seres do espaço, iluminando noite a dentro com seus brilhos humildesNunca roubando a da lua, nunca sobre julgando a outra,Dando espaço para […]

Continue a ler

[4ªpoetica] Noites em Claro – Allan Pavuna

Acendo um cigarro, puxo o fumo como um modo de fugaSinto a fumaça preencher meus pulmões.Sentado ali no meio do nada, tendo apenas minha mente como amigaE nela mesmo uma inimiga; penso nas estrelas.Seres do espaço, iluminando noite a dentro com seus brilhos humildesNunca roubando a da lua, nunca sobre julgando a outra,Dando espaço para […]

Continue a ler